27 de novembro de 2011

Liderança - “O que conta é o poder de influência”


 Liderança é influência. O líder não precisa de cargo. Qualquer pessoa que tenha influência sobre outra pessoa é um líder. Pode ser uma mãe, um professor ou o dono de um pequeno negócio. O que importa é sua capacidade de influenciar.

24 de novembro de 2011

influencia visual




PSICOLOGIA DAS CORES

O psicólogo Bamz7 defende o fator idade versus preferência na manifestação de uma  pessoa por determinada cor.

Vermelho:    de 01 a 10 anos- idade da espontaneidade e da efervescência;
Laranja:       de 10 a 20 anos- idade da aventura, excitação, imaginação;
Amarelo:     de 20 a 30 anos- idade da arrogância, força, potência;
Verde:         de 30 a 40 anos- idade da diminuição do fogo juvenil;
Azul:           de 40 a 50 anos- idade da inteligência e do pensamento;
Lilás:          de 50 a 60 anos- idade da lei, do juízo, do misticismo;
Roxo:         além dos 60 anos- idade da benevolência, do saber, da experiência.

A Manipulação do Homem através da Linguagem


Alfonso López Quintás 
O grande humanista e cientista Albert Eisntein fez esta severa advertência: "A força desencadeada pelo átomo transformou tudo menos nossa forma de pensar. Por isso caminhamos para uma catástrofe sem igual". Que forma de pensar deveríamos ter mudado para evitar esta hecatombe? Sem dúvida, Einstein se referia ao estilo de pensar objetivista, dominador e possessivo que se esgotou com a primeira guerra mundial e não foi substituído por um modo de pensar, sentir e querer mais adequado à nossa realidade humana. 
O domínio e controle sobre os seres pessoais se leva a cabo mediante as técnicas de manipulação. Se quisermos colaborar eficazmente a construir uma sociedade melhor, mais solidária e mais justa, devemos identificar os ardis da manipulação e aprender a pensar com todo o rigor. Não é muito difícil. Um pouco de atenção e agudeza crítica nos permitirá desmascarar as prestidigitações de conceitos que se estão cometendo e aprender a fazer justiça à realidade. Esta fidelidade ao real nos proporcionará uma imensa liberdade interior.
Não basta viver num regime democrático para ser livres de verdade. A liberdade deve ser conquistada dia a dia opondo-se àqueles que ardilosamente tentam dominar-nos com os recursos dessa forma de ilusionismo mental que é a manipulação. Esta conquista só é possível se tivermos uma idéia clara a respeito de quatro questões: 1º) O que significa manipular? 2º) Quem manipula? 3º) Para que manipula? 4º) Que tática utiliza para este fim? A análise destes quatro pontos permitir-nos-á discernir se é possível dispor de um antídoto para a manipulação. Estamos a tempo de defender nossa liberdade pessoal e tudo o que ela representa. Façamo-lo decididamente.


23 de novembro de 2011

Autoridade,poder e influência.

Autoridade, Poder e Influência, Segundo Clovis L. Machado da Silva

Escrito por Gessi Terezinha Zampieri

Autoridade é um tipo de poder e baseia-se no reconhecimento da legitimidade ou na legalidade da tentativa de exercer influência. Os indivíduos ou grupos que tentam exercer influência são percebidos como tendo o direito de fazê-lo dentro de limites reconhecidos, um direito que decorre de sua posição formal numa organização.

O poder é a capacidade de exercer influência. Com isso, quem detém o poder muda o comportamento e as atitudes das outras pessoas. E a influência provoca uma mudança no comportamento ou na atitude de outra pessoa. Por exemplo: uma pessoa que trabalha duro pode influenciar as outras e aumentar a produtividade. Também os administradores podem usar sua influência para elevar a auto-estima em relação ao tipo de trabalho desenvolvido pelo grupo de trabalhadores, ou então, usar sua influência para mudar estratégias usadas pela direção, pelas autoridades governamentais, ou ainda pelos consumidores.



19 de novembro de 2011

Fobias e o tratamento com a hipnose




As fobias se encaixam na questão dos chamados transtornos de ansiedade. O indivíduo com medo, tem um estado de ansiedade muito acentuado e qualquer coisa que simbolize o objeto da fobia, faz com que desencadeie esse medo. A diferença entre o medo e a fobia é que o medo é uma reação normal, em resposta a alguma ameaça ou perigo real. Já a fobia é um medo excessivo, desencadeado pela exposição ou antecipação de determinada situação ou objeto, e só o fato da pessoa pensar ou imaginar o objeto, já desencadeia às vezes várias reações e sintomas fóbicos. Essa perturbação leva à ansiedade, além de outros sintomas que causam grande impacto e limitações na vida da pessoa.
A fobia não tem idade para desenvolver, porém, na infância ela pode aparecer com maior facilidade. Muitas crianças têm fobia de escuro, raio, trovão, tempestade, animais ou até mesmo de situações fantasiosas. No entanto, na medida em que a criança cresce, esses medos deixam de ser significativos, e podem desaparecer. Algumas vezes essas fobias não somem, mas, geralmente, a pessoa não lembra mais a causa da fobia, pois há uma tendência dos indivíduos reprimir as coisas que são emocionalmente negativos ou traumáticas.  Isso não quer dizer que a fobia pode surgir apenas quando criança, pelo contrário, ela também pode aparecer na fase adulta e por motivos diversos ou fortes situações  estressantes.

Existem dois tipos de fobias, a especifica ou social e a inespecífica. A especifica ou social se manifesta em qualquer situação de exposição ao público, onde o indivíduo tem que praticar atividades como escrever, comer, dirigir, falar em público, entre outras. Os sintomas mais comuns é que o indivíduo pode apresentar taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), sensação de desmaio, palidez, taquipnéia (respiração rápida), voz engasgada, gagueira e outros. Já nas fobias inespecíficas, o indivíduo apresenta basicamente os mesmos sintomas e podem se manifestar de várias formas, como por exemplo, ter medo de dirigir, de ambiente fechado (claustrofobia) ou espaço aberto (agorafobia), de elevador, de voar, de animais e outras diversas fobias. Além disso, a fobia pode em raros casos, ser adquirida via materna por questões hormonais, tendo a mãe vivenciado algum medo forte ou fobia ocorrida na gravidez.

Existem vários tratamentos para fobia e a grande maioria tem resultados positivos. A hipnose por excelência é uma das melhores formas, sendo usada, estatisticamente entre 8 a 12 sessões, com bons resultados. O objetivo da hipnoterapia é “remover” o medo subconsciente. Uma técnica comum usada na hipnose é a chamada regressão de memória. Ela tem-se revelado muito eficaz, não importando quanto tempo a pessoa sofre da fobia. No tratamento, o paciente descobre as causas da fobia e o hipnoterapeuta faz uma ressignificação do medo, mudando a compreensão e o aspecto de negativo para positivo.

Dr. Rui Sampaio, psicólogo, médico psiquiatra e hipnoterapeuta


17 de novembro de 2011

Influência psicológica.

A influência dos aspectos psicológicos no desempenho de atletas!
Muitos estudos têm comprovado a influência, tanto positiva quanto negativa, dos aspectos psicológicos na performance de atletas e o despreparo emocional e cognitivo frente às demandas estressantes do ambiente esportivo. Através da própria experiência do mestrado, com o levantamento diagnóstico realizado através de entrevistas e observações, foi possível detectar a falta que a preparação psicológica fez na equipe investigada, pois o fator psicológico foi decisivo nas fases finais do campeonato. Deste modo, fica ainda mais evidente a necessidade da inclusão do trabalho psicológico no esporte, especialmente nas diferentes fases do treinamento e das competições.
Cada etapa da preparação psicológica deve ser específica, considerando-se as características e demandas desse público e, também da modalidade esportiva em foco e o momento da preparação na qual se encontra a equipe. O trabalho deve possuir objetivos claros e bem definidos, sendo essas informações transmitidas aos participantes do processo, procedimento este importante para a boa aceitação do psicólogo esportivo na equipe.
O treinamento psicológico no esporte pode visar ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de vários aspectos psicológicos, dentre eles: gerenciamento de stress, estabelecimento de objetivos, aumento da autoconfiança, atenção e concentração, autocontrole de ativação e relaxamento, utilização de visualização e imagem, estratégias de rotinas e competitividade, elevação de motivação e comprometimento e manutenção de níveis adequados dos estados de humor (tensão, depressão, raiva, vigor, confusão e fadiga).

11 de novembro de 2011

Efeitos psicólogicos?

Power balance: as pulseiras do equilíbrio funcionam?

Do ponto de vista psicológico, esse tipo de apelo é considerado como crença

As pulseiras de Power Balance viraram febre mundial. A ideia das famosas pulseiras é de que elas contêm hologramas quânticos que interagem com o campo eletromagnético do corpo humano, proporcionando equilíbrio e trazendo flexibilidade. Até agora, nada foi comprovado sobre a funcionalidade ou não desses acessórios e estudos indicam que nada interfere na energia do corpo humano. Então, por que elas ganharam tanto repercussão?

“É natural do ser humano querer se sentir bem. É natural a busca do equilíbrio, do bem-estar e da felicidade. As pessoas têm necessidade de encontrar um ponto de equilíbrio que regule o psicológico e também o espiritual e o físico”, conta a psicóloga Eliane Dória Nogiri. O desejo de se sentir bem é inerente ao ser humano e essa busca parece não ter fim. Por isso, sempre que surgem novidades e objetos que visam proporcionar isso, as pessoas se interessam cada vez mais.

Para o professor de física do Curso Domínio, Luiz Carlos Alberto, se existe relação com o campo magnético, esses estudos têm “todo o respaldo sim”, comenta. “A Terra tem seu campo magnético e o corpo humano também, então isso deve ser levado em conta. Mas não fiz nenhum estudo aprofundado sobre isso. Me baseio no que os institutos mais respeitados dizem. Portanto, se por enquanto não tem fundamentação cientifica, não existe essa relação de que as pulseiras trazem o tal equilíbrio”, reforça.

Famosos como o jogador Cristiano Ronaldo e o piloto Rubens Barrichello também contribuíram e ainda contribuem para que a fama das pulseiras cresça. “As pessoas comuns se espelham nos famosos. Elas pensam: se ele usa, também vou usar; se é bom para eles, pode ser bom para mim também. As pessoas buscam referências lá fora. Na verdade, elas estão buscando a si mesmo através de outros”, acrescenta a psicóloga.

Já que as pulseiras não têm comprovação científica de que realmente funcionam, a aceitação do público por esse tipo de apelo é analisado do ponto de vista psicológico como crença. “Se eu acredito naquilo, aquilo pode me fazer bem. A mente tem o poder de melhorar o ser humano”, finaliza Eliane.


10 de novembro de 2011

A MENTE HUMANA E SUAS PROGRAMAÇÕES

O magnetismo pessoal

As ideias abaixo foram retiradas do livro O Poder da Influência Mental, de William W. Atkinson, um clássico do Pensamento Positivo.

A influência mental, desenvolvida em certo nível, é usada por todos os que se dão bem em sua profissão. E o sucesso conquistado sempre inspira outras pessoas para seu trabalho.
Vemos homens que são capazes de influenciar aqueles ao seu redor de maneira misteriosa e maravilhosa, tanto pelos seus poderes de persuasão ou por seu poder de vontade forte.
Certas pessoas parecem ter alguma coisa que as faz atrativas ou bem sucedidas nas suas relações com outras pessoas.
Oradores, atores, pregadores, empreendedores, professores, enviam correntes fortes que tendem a produzir condições mentais sobre parte dos seus ouvintes, que são atraídos pelo magnetismo que emana de suas mensagens.
Esse magnetismo pessoal faz com que o homem de negócios rapidamente prospere em seus empreedimentos.
Esse magnetismo pessoal faz com que advogados caiam nas graças do povo com forte poder de dirigir a opinião pública.
Esse magnetismo pessoal faz com pregadores lotem templos atraindo pessoas para sua poderosa mensagem.
O que existe de comum entre eles?
A firmeza do pensamento e o querer inabalável de conquistar seus ideais.

9 de novembro de 2011

A sugestão influência na cura de doenças.


Diversas moléstias podem ser curadas ou aliviadas, simplesmente, fazendo-se crer ao paciente que ele em breve estará melhor ou até mesmo curado. A literatura médica está repleta de casos assim onde esse tipo de influência foi decisivo para o restabelecimento da saúde, seja ela física ou psicológica. Também na Educação este princípio é aplicável; fazendo-se crer ao estudante que ele estará competente e criativo, certamente ele assim reagirá e os resultados serão quase que imediatos.
Esta influência mental tem sido usada, sempre com muito êxito, desde os tempos mais remotos. O sono no templo dos antigos gregos e egípcios era um meio de facilitar o efeito da sugestão; os doentes eram postos a dormir no templo, e em sonho, o deus dizia o que deveria curá-los. Mais recentemente encontramos o caso do famoso Greatrakes, cujas curas causaram espanto em toda a Inglaterra no século XVII, e o caso de Gassner, o exorcista, no fim do século XVIII que realizava proezas fantásticas, atribuindo-se poderes milagrosos de cura.
Entre outros realizadores de prodígios, podemos citar Prince Hohenohe, um padre católico que no começo do século passado despertou a curiosidade nos meios científico e religioso por suas curas na região da Baviera. Os mesmeristas (seguidores de Mesmer) supunham que ele fosse uma dessas pessoas que possuem um poder peculiar, enquanto, por outro lado, a fé religiosa era dada como explicação para as curas. Uma escola de mesmeristas, a de M.Barbarin, sustentava que a influência era de natureza puramente espiritual, e que o meio certo de produzir o sono era orar à beira da cama do paciente. Foi esta, inclusive, a origem da “Ciência Cristã” tão popular nos Estados Unidos.
A “Ciência Cristã” é um sistema religioso fundado por Mary Baker Eddy, em 1866, baseado na Bíblia, e que afirma que todas as causas e efeitos são mentais, e que o pecado, a doença e a morte perdem o sentido de ser pela compreensão do Princípio Divino dos ensinamentos e das curas praticadas por Jesus Cristo. A “Ciência Cristã”, de caráter puramente religioso, traz no seu princípio as mesmas idéias sobre cura por sugestão que encontramos, por exemplo, nos relatos de Gassner. (Ninguém que leia estes relatos duvida que Gassner e diversos outros hipnotizadores tiveram mais êxito do que muitos médicos na cura dos seus pacientes.)

6 de novembro de 2011

As pessoas fumam por que são influenciadas?

As pessoas fumam Porque são influenciadas?
As pessoas começam a fumar principalmente influenciadas pela publicidade maciça do cigarro nos meios de comunicação de massa. Pais, professores, ídolos e amigos também exercem uma grande influência. A publicidade sabe aliar as demandas sociais e as fantasias dos diferentes grupos (adolescentes, mulheres, faixas economicamente mais pobres etc.) ao uso do cigarro, fazendo crer que, ao fumar, esses desejos serão realizados, aumentando o consumo do tabaco entre as pessoas mais facilmente influenciáveis. A publicidade direta é feita por anúncios atraentes e bem produzidos; já a publicidade indireta é feita através dos ídolos e modelos de comportamento em geral.
Noventa por cento dos fumantes iniciaram seu consumo antes dos 19 anos de idade, faixa em que o indivíduo ainda se encontra na fase de construção de sua personalidade. O número constante, ou mesmo crescente, de adesões ao tabagismo contribui para que a indústria do cigarro seja altamente lucrativa, investindo constantemente em publicidade, a fim de atrair mais pessoas. Existem fumantes que morrem, grande parte em decorrência das doenças relacionadas ao tabaco, e outros que, alertados sobre os malefícios do fumo, abandonam o mesmo. Esses consumidores têm que ser substituídos por novos indivíduos, o que estimula o investimento constante em publicidade. Configura-se desta forma um ciclo onde o aumento do consumo traz lucro para a indústria tabageira e para as empresas de publicidade, que, por sua vez, atraem novos fumantes e, assim, sucessivamente.
Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. COORDENAÇÃO NACIONAL DE CONTROLE DE TABAGISMO E PREVENÇÃO PRIMÁRIA - CONTAPP. "Falando Sobre Tabagismo". Rio de Janeiro, 1996.
http://www.inca.org.br/prevencao/tabagismo/porqfumam.html Artigo captado em 11/06/2001
MANIPULAÇÃO PSICOLÓGICA
A manipulação psicológica embutida na publicidade de cigarros procura criar a impressão, entre os jovens, de que o tabagismo é muito mais comum e socialmente aceito do que o é na realidade. Para isso, utiliza-se a imagem de ídolos e modelos de comportamento do grupo-alvo, portando cigarros ou fumando-os. Outro recurso é a oferta, no mercado de consumo, de produtos como roupas, sapatos, bolsas, bonés, jaquetas etc. contendo o logotipo dos derivados do tabaco.
As estratégias de recrutamento de novos fumantes empregadas pela indústria do fumo são as mais diversas. Vão desde a mais simples distribuição de amostras grátis e o patrocínio de eventos esportivos ou artísticos, até a promoção de campanhas de saúde e o apoio a programas de hortas e cuidados com o meio ambiente, em escolas de 1º grau.
Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER. COORDENAÇÃO NACIONAL DE CONTROLE DE TABAGISMO E PREVENÇÃO PRIMÁRIA - CONTAPP. "Falando Sobre Tabagismo". Rio de Janeiro, 1996http://www.inca.org.br/prevencao/tabagismo/publind.html (texto captado em 11/06/01)

5 de novembro de 2011

MAGIA DOS CRISTAIS

Cristais: A presença de cristais favorece a limpeza energética, aborvendo ou afastando energias, conforme a situação